No outro dia ri com o frio, nele... Vem a chuva e abraça o silêncio. Tudo parece lento – olhos, mãos, ossos e o céu. Vou ficando sentado nesta pedra, penso-te, guardo o teu voo - asas-veludo que respiraram no meu cabelo.
O sol não brilha... sei-o amanhã, como a ti.
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