De olhos lá, no verde do vizinho (um monte de silvas abraçadas, amantes?), bato o mundo inteiro, tudo invisível (um monte de silvas abraçadas?). Volto, olhos cá, poupo a casa ao frio, fecho a janela. Em cima uma flauta de encantar – desafinada -, ao lado, o choro imenso do pequeno que já tropeça (às vezes vem-nos visitar, gostamos tanto).
Soa a chave na porta… apago o cigarro, nada mais falta.
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